sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mapas Mentais


Mapas Mentais

  “Quando Um homem estabelece um limite ao que quer fazer, ele também o faz sobre o que pode fazer”. 
(Charles M. Schwab    
MAPAS MENTAIS
CEZAR SENA[I]
Podemos fazer uma analogia da disposição das idéias dos “Mapas Mentais” com a estrutura de uma árvore. A árvore possui o tronco central (que corresponde ao nosso tema principal), os galhos que saem do tronco (que são os grandes parágrafos ou agrupamento de uma idéia), alguns ramos mais finos que saem desses galhos (que são pontos de menor importância), e as folhas (que são os detalhes relevantes).
Os “Mapas Mentais” não têm o aspecto de árvore, eles são mais parecidos com fluxogramas. A analogia acima mencionada serve para ilustrar como o esquema de disposição de ideais funciona. Sempre que você aprender algo tente repetir em voz alta, assim a informação será armazenada com mais qualidade e a memorização mais significativa. (ZANCANER, 1995)
Treinar nossa memória exige muita disciplina. Não é segredo pra ninguém que ler um livro ou estudar para um prova em frente à televisão é perder tempo mesmo. Para começar um estudo, antes de tudo, você deve ter metas e um ambiente sem interferências (rádios ligados, TVs). Repita aquilo que aprendeu para você mesmo, para memorizar as aprendizagens recentes. Os resumos também são ótimas opções para gravar o que foi estudado. È importante também criar um clima, um ambiente que favoreça a aprendizagem. Prefiro estudar ao som de música clássica, num ambiente arejado e claro. Mas cada um deve criar seu ambiente que favoreça a concentração.
Nosso cérebro é melhor que o computador, pois a partir de nossa criatividade – algo que o computador não tem – podemos melhorar bastante a qualidade da informação que recebemos. Mas se nosso cérebro for mal-alimentado, teremos muita dificuldade para aprender e criar. Ler e ouvir são as formas básicas usadas para alimentar nosso cérebro.
Ler é aprender de um professor que não está presente. Aprender com os livros requer trabalho e energia. Aprender a partir de uma leitura é um trabalho bastante pessoal. Podemos ler para nos divertir, para nos informar, para aprender, ou para nos enriquecer. (ZANCANER, 1995)
Quando lemos para aprender, precisamos fazer um esforço maior, que depende de nossa vontade e também de saber “como” ler.
A compreensão de um texto exige mais atenção de que um simples correr de olhos sobre o que está escrito. Exige que se faça a ligação daquilo que você leu com seus conhecimentos prévios para um melhor entendimento.
Compreender um texto vai muito além de apenas entender o que está escrito e ser capaz de repetir.

DICAS PARA SE TORNAR UM MELHOR LEITOR
·         Vá em frente, quando não estiver entendendo, não desista;
·         Destaque as informações principais com um marca texto;
·         Faça anotações. A escrita é um poderoso instrumento para preservar o conhecimento; ao terminar uma leitura, anote resumidamente o que leu.
·         Leia sempre; (placas, outodoor, faixas...)
·         Leia todos os dias;
·         Freqüente banca de jornal, bibliotecas, etc.
·         Reserve um tempo do seu dia para ler alto;
·         Leia livros em que você esteja realmente interessado;
·         Utilize o jornal para desenvolver o hábito diário da leitura;
·         Dê livros de presentes;
·         Sinta prazer na leitura;
·         Aproveite suas férias para ler.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ZANCANER, Carmem Lúcia Coube. Como Captar a Mensagem: Dicas para ler e ouvir melhor. Bauru, SP. Edições Tilibra, 1995.






[i] Mestre em Educação: Psicologia da Educação, PUC/SP. Psicopedagogo Institucional e Clínico, Especialista em Educação Infantil e Pedagogo.

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